:: Vitor P. N. ::
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
Filhote de Chacal
Colocarei ideias ou progressões mais pra frente :D
Passei também problemas porque a placa-mãe e o processador do meu computador novo deram problema nos dois primeiros dias... e ainda está na garantia para tentar arrumar. Vamos ver né?!
Desde o post anterior, emagrecer não emagreci, como queria, mas estou lidando melhor com a ansiedade que é o que causou essa pequena "aquisição de moléculas orgânicas" =P.
Vencendo alguns vícios também =D
Será que 2011 é o ano de evolução do filhote de chacal para o deus Anúbis (psicologically speaking) ?
I hope so!
Bonne nuit!
sábado, 31 de julho de 2010
Tomar Vergonha na Cara
Depois de um tempo refletindo sobre a minha vida geral, decidi que devo tomar vergonha na cara e fazer tudo o que eu tenho vontade. Eu digo, tudo que eu planejei ou desejei fazer, como ler um livro, estudar alguma coisa por hobby, motivar para alguma coisa, como computação gráfica, desenho tradicional ou desenho digital.
Me toquei disso que deveria fazer depois de analisar alguns fatos, como por exemplo:
- 1,5GB de livros sem ler nenhum;
- comprar uma tablet há mais de um mês e mal usar;
- 100 GB de tutoriais e ter visto menos de 1GB;
- Me olhar no espelho e, ver que eu engordei muito mais do que eu previa.
Tudo me fez notar e ter pensamentos do tipo “Vitor, que merda é essa que você se tornou? Cheio de sonhos e desejos e não ter realizado NENHUM. Wake up! Sua vida tá passando, você está com 22 anos, perto de ter 23… É hora de crescer, de vencer essa preguiça física e principalmente mental e fazer tudo isso que você um dia planejou”.
Dessa vez eu farei.
Veremos depois de algum tempo!
See ya!
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
Livros para 2010
Olá!
Faz tanto tempo que não escrevo aqui, e hoje me motivei o suficiente para escrever um pouco, e o tema é: livros que pretendo adquirir em 2010.
O hábito de leitura é um dos hábitos que eu pretendo manter até meus últimos dias de vida, não só porque “aumenta a cultura”. Eu definitivamente gosto de ler. E para a minha criatividade, é o melhor estímulo possível. Filmes, seriados, todos essas “histórias visuais” de hoje são legais, mas não suficientemente cheias de detalhes para estimular minha criatividade do mesmo jeito que um livro faz. Seja livro digital ou de papel, estimulam, e muito. E, não por qual motivo, eu acabo preferindo os livros com temas mais obscuros, não terror, mas o que se pode chamar de “mistério mórbido”, ou então “pensamento nas sombras”. Esses termos, definidos por mim, denotam uma história que de certa forma é sombria, é relacionada as coisas que costumam dar medo, mas muito mais no sentido psicológico do que no físico (odeio carnificina). E não é qualquer mistério. Tem que tem ficção ou ocultismo pois, se quero estimular a mente, quero utilizar com coisas que na realidade não acontecem sempre (ou, em grande parte dos casos, nunca) . E não é a toa que a maioria dos livros que eu gosto são, basicamente, destes autores:
- Anne Rice
- H. P. Lovecraft
E tentarei comprar os livros (por sebos ou, dependendo do valor, novos mesmo) sempre que estiver dentro das minhas possibilidades ($). Já possuo um, que é da Anne Rice, “A Múmia ou Ramsés, o Maldito”. Faltam, mais ou menos, uns 12 dela e do Lovecraft, não tenho muita ideia, pois há algumas edições que podem não ter saído no Brasil.
Mas veremos. Acho que conseguirei. :D
Good trip!
terça-feira, 14 de outubro de 2008
a necessidade de crenças, as esperanças e a utopia
Por que todo mundo acha que se precisa acreditar em algo?
Eu já acreditei. Já cri. Já sim, qual o susto? Já passei por tanta coisa, acreditei, quis acreditar. Já fui católico, influência da família. Ia à missa para contar pontos no crisma. Não sentia nenhuma “sensação boa”, “Cristo no coração” ou qualquer coisa parecida. Tudo parecia tão… vazio. E era. E é.
Já vi espiritismo, já vi magias de todo tipo: wiccano, hermetismo, maçonaria, budismo, gnosticismo, satanismo e luciferianismo também. Então se engana quem acha que meu ponto de vista é só “frescura”, só “negação”, só “rebeldia”. Não sou ateu por rebeldia, eu já vi e vivi várias religiões, procurando a tal “verdade” que todas falavam, ou simplesmente tentavam mostrar.
Bem, e acha que alguma conseguiu? Como sou hoje, acredito, responde. Pelo menos pra mim. Hoje vejo que simplesmente não há verdade absoluta em lugar nenhum. Parei de procurar, e vejo que é melhor viver uma realidade ruim do que me inserir numa ilusão, numa fantasia, ansiar uma utopia que também nunca chegará, não do modo como as religiões pregam, pelo menos.
Tá bom, eu sei que seria melhor daquele jeito, mas não é difícil ver que não é. O ideal é mudar o mundo hoje para um jeito melhor, e não simplesmente ansiar por algo que nunca chega.
Voltando ao assunto…
Cheguei a ter uma fase em que simplesmente não sabia no que acreditar… Fiquei muito bem perdido, acho que se me aparecessem com a idéia de aceitar um camundongo como rei supremo paranormal eu aceitava…
Sabe, tive esperanças de que algo existisse de fato…
Bem, acabei chegando à conclusão que não. Comecei a ler textos mais científicos, mais céticos, mais descrentes, e acabei notando que estava certo. Não havia motivo para crer no que as religiões pregam, porque acreditar que é verdade nunca torna a coisa real. Por mais forte que seja o desejo.
Nesse tempo em que eu não sabia no que acreditar, minha mente estava em completa confusão, toda a “certeza” que eu tinha antes eu perdi. Quem acompanhou o meu estado (poucos) sabem como foi. Demorei pra começar a me restabelecer. Matei a fé, era inútil. Matei a esperança, de novo. Pelo menos no sentido religioso, metafísico, espiritual, toda ela.
Uma coisa que eu sempre tinha antes, principalmente de finais de semana (dias propícios, né…) era crise existencial… e a resposta sempre recorria ao destino, as pessoas me consolavam “um dia vc vai achar alguém” ou “sua situação vai melhorar”, “vai dar tudo certo”… e quem garante?
Na verdade, nem quem falou garantia. Porque não tinha como garantir! Era a esperança que existia que fazia voltar à mesma coisa (ou seja, de fato não fazia passar, só amortecia a crise).
Vi que fé é inútil, boa parte da esperança (que se confunde muito fácil com fé) também matei. Aniquilei e enterrei. E não me arrependo. Hoje não acredito só por esperança de uma utopia ilusória. Acredito no que posso, no que consigo, no que acho lógico, racional. Afinal, se a razão é que nos distingue do que chamamos de “animais”, a certo nível inferior (que na verdade não existe também), ela deve ter um pouco de utilidade, não?
Bem, hoje em dia não tenho mais crises, sei que quem faz meu “destino” sou eu. Do meu jeito. A frase “eu quero, eu consigo” vale nesse caso (tem muitos poréns que dificultam a ação dessa frase, mas sem entrar em detalhes) e para tudo o que eu quero planejar, quero fazer, anseio. Hoje em dia sou mais dono de mim mesmo. O que é irônico, porque sei que em algumas linhas de ocultismo dizem exatamente isso: “Ser mago é ser dono de si mesmo”. Acho que me tornei um mago sem querer. Pena que não posso lançar bolas de fogo.
Good trip!